quarta-feira, 2 de outubro de 2013



27/04/2012 10h03 - Atualizado em 27/04/2012 14h00

Número de imigrantes cresceu 86,7% em dez anos no Brasil, diz IBGE
Total passou de 143.644 para 286.468, entre 2000 e 2010.
Número leva em conta apenas imigrantes que vivem no país há 5 anos.

Do G1, em São Paulo

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O Censo Demográfico 2010 registou 286.468 imigrantes que, vindos de outros países, viviam no Brasil há pelo menos cinco anos e em residência fixa. O número foi 86,7% maior do que o encontrado pelo Censo Demográfico 2000, quando foram registrados 143.644 imigrantes na mesma situação. Os dados do Censo Demográfico 2010 foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

São Paulo, Paraná e Minas Gerais, juntos, receberam mais da metade dos imigrantes internacionais, seguidas de Rio de Janeiro e Goiás. Os principais países de origem dos imigrantes, segundo o Censo de 2010, são Estados Unidos (51.933), Japão (41.417), Paraguai (24.666), Portugal (21.376) e Bolívia (15.753).

O recorte da pesquisa também mostra dados sobre deficiências, migração, nupcialidade, fecundidade e mortalidade infantil, educação, trabalho, rendimento, tipos de domicílios e deslocamento. (leia mais abaixo)

Migração de retorno
O levantamento aponta que os migrantes de retorno, que voltam aos seus estados de origem, somaram mais de 1,1 milhão de pessoas entre 1995 e 2000. No período de 2005 a 2010 foi registrado um total de 1,2 milhão de migrantes. Os estados do Norte tiveram aumento na proporção de retorno, com exceção do Acre, que manteve praticamente no mesmo patamar na taxa de 21% entre 1995 e 2000 e 20% entre 2005 e 2010.
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Rondônia passou de 7,4% de 1995 a 2000 para 13,1% entre 2005 e 2010. Roraima registrou 2,1%, entre 1995 e 2000, para 8% entre 2005 e 2010.

Os estados do Nordeste, tanto em 2000 quanto em 2010, apresentaram as maiores proporções de retornados, passando de 40% do total de imigrantes na maioria de seus estados, com exceção do Rio Grande do Norte e Sergipe.

No Sudeste, Minas Gerais e Espírito Santo tiveram redução na proporção de retornados, que permaneceram acima dos 30% em 2000 e em 2010.

Em São Paulo houve aumento de retornados, nos períodos de 1995 a 2000 e de 2005 a 2010, com registro de 9,6% e 18,9% do total de imigrantes, respectivamente. O Rio de Janeiro apresentou uma proporção de retornados de 15,6% e de 20,3%, respectivamente.

No Sul, Paraná e Rio Grande do Sul apresentaram altas proporções de migração de retorno, passando dos 30% nos dois períodos.

No Centro-Oeste foi registrado pelo IBGE o aumento dos retornados em todos os estados, principalmente no Mato Grosso e no Distrito Federal.

Nupcialidade
A proporção de pessoas divorciadas quase dobrou entre 2000 e 2010, passando de 1,7% para 3,1%. Na comparação nacional, Rio de Janeiro (4,1%), Mato Grosso (4,1%) e Distrito Federal (4,2%) apresentam os maiores valores deste indicador. Maranhão tem o menor, com 1,2% de divorciados em 2010.

Os dados separados por estado mostram que, em Rondônia, o número de pessoas que, após um período de união conjugal, já não viviam mais nessa situação aumentou 33%. Em Mato Grosso, o crescimento foi de 31%. O Rio de Janeiro teve índice de 17,5% de pessoas que passaram por dissolução do casamento. Por outro lado, o levantamento identificou redução na proporção de pessoas que nunca se casaram, passando de 38,6% para 35,4%.

Segundo o IBGE, na última década, dados da pesquisa do Registro Civil apontaram um aumento do número de divórcios no país, principalmente a partir de 2007, quando essas medidas puderam ser feitas por vias administrativas nos Tabelionatos de Notas. A partir de 2010 foi possível requerer a dissolução do casamento a qualquer tempo, seja o divórcio de natureza consensual ou litigiosa.

No país, 36,4% das pessoas declararam viver em união consensual em 2010. O número é maior do que o registrado em 2000, quando 28,6% da população estava nesta situação.

Fecundidade e mortalidade infantil
A taxa de fecundidade total no país, de acordo com o Censo Demográfico 2010, era de 2,38 filhos por mulher, em 2000, e passou a a 1,90 filho por mulher. A queda na década é de 20,1%.

Mortalidade infantil
A taxa de mortalidade infantil obtida por método indireto com as informações do Censo Demográfico 2010 foi de 15,6‰, o que representa 15,6 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada 1.000 nascidos vivos.

Segundo o IBGE, a fonte de dados natural para o cálculo deste indicador deveria ser o registro de nascimentos e óbitos, de acordo com as Estatísticas do Registro Civil ou pelo Sistema de Informações de Nascidos Vivos (Sinasc). No entanto, o instituto considerou que os dados fornecidos pelas duas fontes ainda possuem limitações de cobertura nos estados, especialmente no Norte e Nordeste.

Educação
Os resultados do Censo Demográfico 2010 mostraram que 3,1% das pessoas entre 7 e 14 anos de idade não frequentavam escola no país. Entre as crianças a partir de 6 anos (idade definida para iniciar o ensino fundamental com duração de nove anos) o percentual de pessoas que não frequentavam escola até os 14 anos foi de 3,3%.

Cerca de 966 mil crianças e adolescentes (6 a 14 anos de idade) não frequentavam escola em 2010.

Trabalho
Entre a população economicamente ativa no país, com 15 anos ou mais de idade (faixa etária utilizada para muitos enfoques internacionais), a taxa de atividade alcançou 3,7% em 2010. Os valores subiram nas regiões Sul (69%) e Centro-Oeste (68,5%). Os mais baixos ficaram nas regiões Nordeste (58,1%) e Norte (61,2%). A região Sudeste ficou com (65%).

Em 2010, a taxa de atividade desta faixa etária alcançou 71% no Distrito Federal e 71,6% em Santa Catarina. O outro extremo foi registrado no Maranhão (55,4%) e em Alagoas (55,5%).

Rendimento
Apenas 0,9% da população brasileira ganhava mais de 20 salários mínimos de rendimento mensal em 2010. A parcela sem rendimento foi de 6,6% e a das com remuneração de até um salário mínimo foi de 32,7%. As pessoas que ganhavam mais de dez salários mínimos mensais chegou a 3,1% da população ocupada.

O rendimento médio mensal de todos os trabalhos das pessoas ocupadas no país teve crescimento real de 5,5%, de 2000 para 2010. O incremento no rendimento das mulheres foi de 13,5% maior do que no dos homens, que chegou a 4,1% na década.

Deslocamento
Do total de 59,6 milhões de pessoas que frequentavam escola ou creche, 55,2 milhões (92,7%) estudavam no próprio município de residência. No Sudeste esse deslocamento foi de dois milhões (8,5%) de estudantes, sendo que a maioria estava em São Paulo (1,1 milhão de pessoas), o que representa 57% da região.

Em Minas Gerais e no Rio de Janeiro também foi elevado o número de pessoas em deslocamento para outro município para estudar, com 432 mil e 334 mil, respectivamente.

No Nordeste, o deslocamento para outro município chegou a 1,1 milhão de estudantes. A situação foi pior na Bahia e em Pernambuco, com 236 mil e 224 mil pessoas, respectivamente.

No Sul, 709 mil estudantes precisavam de deslocamento. No Rio Grande do Sul, 284 mil estudavam fora de seu município de residência.

No Centro-Oeste, Goiás se destacava pelo deslocamento de 165 mil pessoas que estudavam em outro município. No Norte, o deslocamento para estudo foi maior no Pará, com 110 mil estudantes saindo para outra cidade.

Domicílios
Em 2010, 97,8% dos domicílios no Brasil tinham as paredes externas construídas com algum tipo de material durável, como alvenaria com revestimento (80%).

No Sudeste, a maior incidência é de residências com paredes externas de alvenaria com revestimento (88,6%). No Centro-Oeste (81,4%) e Nordeste (81,2%). No Norte, a incidência deste tipo de material foi de 47,9% e, no Sul, de 67,6%.O Censo Demográfico 2010 pesquisou as deficiências visual, auditiva, mental e motora e seus graus de severidade, o que permitiu conhecer a parcela da população que é incluída nas políticas públicas específicas. A metodologia considerou os graus de severidade de deficiências das pessoas que responderam “sim, grande dificuldade” ou “sim, não consegue de modo algum”. (Fonte Globo.com)
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terça-feira, 25 de junho de 2013

Projeto de reforma de imigração é aprovado no Senado americano



Agência O Globo

Um projeto de reforma da imigração apoiado pelo presidente Barack Obama passou por um importante teste nesta segunda-feira ao ser aprovado pelo Senado. A emenda sobre segurança nas fronteiras consegui mais de 60 votos necessários - o que deixa quem é contra a medida com poucas chances de frear ou atrasar sua aprovação esta semana.


A proposta deve enfrentar mais resistência na Câmara, liderada por republicanos, especialmente sobre os pontos que tratam da cidadania de até 11 milhões de imigrantes ilegais que vivem no país. A emenda é vista como o último grande passo para a construção de uma sólida e maioria de apoio ao projeto de lei que vai atualizar o sistema de visto dos EUA e atingir as mais amplas reformas de imigração desde 1986.


Antes da votação, Obama fez um apelo para que os senadores votassem a favor da reforma. Se a proposta não for aprovada até o início de agosto, a discussão do projeto terá que esperar até setembro, após o recesso de verão.


"Esse é o momento de aprovar a reforma. Eu espero que nós possamos conseguir o voto mais forte possível do Senado para então mover o projeto para a Câmara e aprová-lo antes do recesso de verão", afirmou Obama. "Não é um projeto de lei que representa tudo que eu gostaria, mas representa um compromisso", completou.


A emenda das fronteiras, escrita principalmente por senadores republicanos, foi feita junto com uma série de outras alterações no projeto de lei, que variam desde como lidar com os benefícios dos imigrantes recém legalizados e o controle de empregadores para que não contratem trabalhadores ilegais. Segundo a Casa Branca, o projeto reduziria o déficit público dos EUA em US$ 197 milhões durante os próximos 10 anos e em US$ 700 milhões na próxima década.


No início deste ano, o Senado aprovou dois outros projetos com a colaboração bipartidária - sobre política agrícola e controle da violência contra a mulher -, depois de anos de paralisação pela incapacidade de democratas e republicanos de trabalharem juntos.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Partido Republicano ( EUA) muda postura com relação a imigrantes e gays



Partido republicano muda postura e promete apoiar imigrantes e gays
Documento anuncia a criação do posto de diretor político para todas as minorias do país

AP Photo/Sue OgrockiReince Priebus afirmou que o Partido Republicano não descuidará de nenhuma comunidade.


O Partido Republicano anunciou nesta segunda-feira (18) uma ampla revisão de sua estratégia política após a derrota de seu candidato na eleição presidencial de novembro e, como uma das primeiras medidas, anunciou oficialmente que apoia uma reforma migratória integral. O relatório, no qual a palavra "hispânico" aparece 99 vezes em 100 páginas, afirma:


— Temos de fazer campanha entre os hispânicos, os negros, os asiáticos e os homossexuais para demonstrar que também nos interessamos por eles.


Elaborado ao longo de três meses, depois de ouvir mais de 50.000 pessoas, o documento da cúpula republicana anuncia a criação do posto de diretor político para todas as minorias do país a partir de 1º de maio, a criação de departamentos de comunicação específicos e contatos regulares com as principais organizações hispânicas, como a Liga de Cidadãos Latinos (Lulac) ou La Raza.


Após derrota de Mitt Romney, Partido Republicano precisa encarar a renovação


Obama define reforma migratória, luta contra as armas e igualdade como os desafios de sua geração


O texto explica:


— Entre os passos que os republicanos vão tomar ante a comunidade hispânica, devemos assumir e defender uma reforma migratória integral.


O presidente do partido, Reince Priebus, disse:


— O Partido Republicano não pode descuidar e não descuidará de nenhum grupo demográfico, nenhuma comunidade, nenhuma região deste país.


Até 2050 os brancos deixarão de ser a maioria nos Estados Unidos. Os latinos já são a principal minoria do país.



Fonte: noticiasR7.com

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

EUA distribuem vistos a investidores hoteleiros



Programa que garante visto EB-5 a estrangeiros que investirem ao menos US$ 500 mil em empresas americanas é fonte de crédito para novas unidades de redes como Marriott e Hilton

NYT - Janet Morrissey 
NYT
Peter Yates/The New York Times
O hotel Marriott Courtyard em Seattle
Quando a Marriott International quis abrir um novo hotel no centro de Seattle, os desenvolvedores da empresa não venderam ações, assumiram hipotecas ou usaram outras formas tradicionais de financiar o projeto de US$ 88 milhões. Em vez disso, eles levantaram o grosso da quantia junto a imigrantes ricos que queriam obter um "green card".
Um programa do governo, que concede vistos EB-5 a estrangeiros que investem ao menos US$ 500 mil em negócios nos Estados Unidos, é hoje uma fonte popular de financiamento para novos hotéis da Marriott. Desde o contrato de Seattle, em 2008, a empresa aprovou 14 projetos que usam financiamento EB-5, incluindo o Marriott do centro de Milwaukee, um Courtyard Marriott em Manhattan e um hotel de US$ 168 milhões próximo ao Staples Center, em Los Angeles.
"Isso criou liquidez num mercado relativamente ilíquido", explicou Anthony Capuano, diretor de desenvolvimento do Marriott.
O programa EB-5 existe desde 1990, mas pequenos desenvolvedores de hotéis começaram a migrar para a prática na esteira da crise financeira de 2008. Eles não tinham muita escolha. Com a economia em frangalhos e o mercado de viagens em baixa, muitos projetos travaram ou foram cancelados quando os financiamentos evaporaram. Mesmo agora, com a base do setor melhorando e as taxas de ocupação crescendo, é difícil conseguir dinheiro – caro para alguns, inexistente para outros.
O governo federal dos EUA oferece uma alternativa. Nos termos do Programa de Investidores Imigrantes do Serviço de Cidadania e Imigração, estrangeiros podem obter vistos EB-5 – basicamente um status de residência temporária – investindo US$ 1 milhão ou US$ 500 mil em regiões de alto desemprego, num empreendimento comercial que gere 10 empregos ao longo de dois anos.
Essa se mostrou uma fonte relativamente barata de financiamento. Os desenvolvedores de hotéis podem levantar dinheiro através do programa EB-5 oferecendo retornos de menos de 4 por cento. Em contraste, as taxas de juros sobre dívidas começam em 6 por cento, com algumas formas mais arriscadas de financiamento chegando a 10 por cento ou mais. Investidores que assumem uma participação acionária num projeto hoteleiro buscam retornos de 20 por cento.
"Os estrangeiros estão comprando vistos, com uma preocupação muito menor quanto ao retorno que ganham sobre seus investimentos", afirmou David Loeb, analista sênior da Robert W. Baird. 
Apesar das potenciais vantagens, os grandes atores do setor foram inicialmente cautelosos. Muitos o classificaram como um programa marginal para projetos questionáveis, que não conseguiriam financiamento de nenhuma outra forma. Eles também se questionavam como os desenvolvedores conseguiriam reunir 200 investidores para bancar um projeto de US$ 100 milhões.
"Nós íamos a conferências e falávamos sobre o programa, e as pessoas simplesmente não acreditavam que aquilo fosse real – elas não acreditavam que seria possível arrecadar tanto assim", explicou Catherine D. Holmes, sócia do escritório do advocacia Jeffer Mangels Butler & Mitchell. Assim que o Marriott entrou no quadro, "as pessoas começaram a levar tudo mais a sério", completou Holmes, cujo escritório está ajudando clientes a usarem o financiamento EB-5 para 40 projetos hoteleiros.
Nos últimos 18 meses, os desenvolvedores da Hilton Worldwide, Hyatt Hotels e Starwood Hotels and Resorts Worldwide voltaram-se ao financiamento EB-5. Em julho, a FelCor Lodging Trust anunciou planos de levantar US$ 45 milhões pelo financiamento EB-5 como parte de seu projeto de US$ 230 milhões para requalificação do Knickerbocker Hotel, na Times Square. Sam Nazarian, o magnata hoteleiro famoso por seus hotéis, restaurantes e casas noturnas recheados de celebridades em Los Angeles, pretende construir o primeiro hotel SLS em Nova York – com dinheiro do EB-5.
"É um método de financiamento atual, disponível e muito confiável", declarou Craig Mance, vice-presidente sênior de desenvolvimento do Hilton na América do Norte. "Isso está ajudando os contratos a irem em frente." O Hilton possui 10 projetos baseados em financiamento EB-5. 
O financiamento EB-5 tem sido uma ampla bênção ao setor.
Neste ano, o governo emitiu 3.002 vistos temporários através do programa, frente a 640 em 2008. A maioria foi para imigrantes chineses, e muitos foram entregues a investidores britânicos, indianos, holandeses e sul-coreanos.
Os desenvolvedores muitas vezes trabalham com centros regionais, organizações aprovadas em plano federal que os ajudam a atrair planos de negócios e recrutar potenciais investidores. 
Embora o programa de centros regionais esteja programado para terminar em 30 de setembro, o senado aprovou uma emenda para estendê-lo por três anos. Espera-se que a emenda passe pelo congresso, embora ainda não haja uma data para votação na Câmara.
O programa vem sendo um bom negócio para hotéis, que criam empregos diretos – atendentes, faxineiros e gerentes – e indiretos – para as empresas que fornecem toalhas e outros suprimentos. "Hotéis são um negócio de 24 horas por dia, 365 dias por ano", afirmou Capuano, do Marriott. "Eles são ideais para estimular o aumento de empregos."
O hotel do Marriott que está sendo construído em Los Angeles, com 377 quartos, deverá gerar 4.240 empregos diretos e indiretos até 2016, acima de sua meta EB-5 de 3.360. Os desenvolvedores se beneficiam da proximidade do hotel ao Staples Center, que abriga quatro equipes esportivas profissionais; espera-se que os hóspedes do Marriott ajudem a estimular as vendas de ingressos e produtos dos times. O projeto ainda recebe um estímulo do gigantesco painel eletrônico na frente do hotel, que pode levar a empregos em publicidade, marketing e aluguel do painel.
"A ideia é que mais dinheiro na economia leva a mais empregos", disse Henry Liebman, presidente da American Life, centro regional que trabalhou com os desenvolvedores do Marriott. 
O programa já enfrentou sua cota de problemas. Ele foi suspenso de 1998 a 2003 por queixas de fraude e corrupção, de acordo com a agência governamental que supervisiona o programa. Em alguns casos, investidores estrangeiros prometeram dinheiro com notas promissórias e acabaram nunca entregando o valor. Também houve casos em que intermediários desviaram dinheiro, deixando uma pequena parcela aos incorporadores. Em outras ocasiões, os incorporadores pegaram o dinheiro e não construíram o projeto.
"Tivemos alguns problemas com investidores tentando contornar os requisitos de capital e criação de empregos", explicou Claire Nicholson, porta-voz do Serviço de Cidadania e Imigração. 
O governo trabalhou duro para limpar o programa. Hoje os investidores são obrigados a pagar a quantia total adiantada, e quaisquer taxas a intermediários devem ser pagas separadamente.
"Estamos comprometidos em assegurar que o programa cumpra sua missão de criação de empregos de maneira eficiente e efetiva", garantiu Nicholson.
Segundo agentes do setor, a entrada do Marriott e de outros grandes gestores hoteleiros também ajudou a aumentar a credibilidade do programa.
As empresas analisam detalhadamente cada projeto, usando ou não o financiamento EB-5. Elas querem garantir que o hotel cumpra com os padrões da marca e que os níveis da dívida sejam gerenciáveis.
"Se alguém me diz que possui um projeto de US$ 10 milhões com US$ 10,5 milhões em dívidas, esse é um projeto que vou questionar – pois foi excessivamente alavancado", afirmou Mance, do Hilton. Cabe aos desenvolvedores e aos centros regionais assegurar que o projeto cumpra com as exigências do EB-5.
Mesmo após o financiamento tradicional voltar de forma significativa, Marriott, Hilton e outros garantem que provavelmente continuarão usando o programa EB-5. Ele é relativamente barato e estável, além de complementar outras fontes de financiamento. Nas palavras de Mance: "Se funciona, por que não usá-lo de novo?".
Fonte. www.economia.ig.com.br

domingo, 16 de setembro de 2012

A nova cultura on line, ou ead

Festa Coruja de Ouro
Revista Filme Cultura



Não é novidade para ninguém a existência de cursos do tipo EAD, ensino a distancia, oferecidos pela internet.

Há sites de todos os tipos, como aqueles que oferecem 10.000 cursos on line de graça, outros só custam R$ 22.00 cada curso, outros se você pagar R$ 84.00 tem direito a mais de 1.000 cursos. Longe de depreciá-los, não vejo muito como acreditar na qualidade desse tipo de cursos on line....cursos on line de graça??? quanta generosidade......cursos on line por R$ 22.00...ou mais de 1.000 cursos por apenas R$ 84,00 ...é aquele ditado....esmola demais...o santo desconfia...mas quem sabe?

Mas em contrapartida há cursos on line  que não deixam dúvidas sobre a sua qualidade, o seu comprometimento com a educação, muito deles feitos por universidades, faculdades, associações, ongs  ou profissionais com reconhecida capacidade  e que respondem pela qualidade de seus cursos.
Nesse sentido existe um portal de cursos on line, na área da cultura,  que me chamou atenção
http://www.cursosraizesculturais.com.br .Ele possui 6 cursos on line, ou EAD :

·         Cursos de Produção de Cinema
·         Cursos de Produção de Vídeo
·         Curso de Produção Cultural
·         Curso de Captação de Recursos
·         Curso de Mercado de Trabalho
·         Curso de Produção Executiva

Preços variam de R$ 140 a R$ 220.00 ( preços promocionais de lançamento)

Esses cursos são apresentados pelo cineasta Carlos Guimarães de Matos Jr , que já foi Presidente do Instituto Nacional de Cinema, Diretor da Embrafilme e Produtor da CIC ( Paramount. Carlos também foi fundador e Presidente do 1 Festival de Cinema de Gramado, alem de ter lecionado cinema, gestão cultural e captação de recursos em importantes universidades.

Cada curso tem várias matérias em texto e matérias em vídeo


Jean Paul Versiani, jornalista e produtor cultural

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Curso de Captação de Projetos Culturais


vo curso de Captação de Recursos EAD



Curso de Captação de Recursos

Objetivo: Formar profissionais especializados em captação de recursos.

Atividade: Captação de recursos para os mais variados projetos sociais e culturais.

Mercado de trabalho: cinema, teatro, festivais, música, esporte, etc.

A captação de recursos é uma atividade com grande demanda por parte do mercado e, por conseguinte, com perspectivas de grande rentabilidade.
A expansão da indústria cultural está diretamente ligada à expansão dos investimentos públicos e privados em bens culturais. Esse cenário é extremamente favorável para o profissional que atua como captador de recursos, pois as possibilidades de captação são amplas e variadas, sejam por meio do merchandising, sejam pelo investimento direto de empresas e órgãos estatais em projetos culturais e sociais de diversas ordens.

Neste curso, o aluno aprende a legislação de incentivos culturais, a elaboração e viabilização de projetos, os aspectos relacionados a direitos autorais, direitos trabalhistas e conexos, a análise do potencial de captação de um determinado projeto, os nichos de financiamento e investimentos, o mapa da empresas que mais investem em cultura, o certificado de investimento áudiovisual, a operação na bolsa de valores, a prestação de contas de projetos, os projetos de venda, a teoria dos espelhos, dentre outros aspectos importantes para o exercício da atividade.

Conheça o Curso de Captação de Recursos


Postado por Carlos Guimarães de Matos Jr às 09:02 Nenhum comentário:

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