quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Aécio Neves e a Lição de Liberdade



Aécio Neves um lider democrata que ouve as minorias como nós, descendentes de imigrantes, merece o nosso apoio. No maior evento de meio ambiente e sustentabilidade do planeta, o State of the World Forum que escolheu Minas Gerais em todo o mundo gracas a excelente politica de meio ambiente e sustentabilidade comamndada por Aécio Neves , um manifestante quis interroper o evento o tempo todo e Aécio Neves convida-o para que ele falasse o que quisesse na frente dos maiores lideres mundiais de meio ambiente. Isso é Democracia, Liberdade de Expressão, Liberdade de ComunicaÇào

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Aécio Neves facilita a vida dos imigrantes e descendentes.


Consulta à documentação de imigrantes


O Governo Aécio Neves com sua politica de traças pontes entre as diversas etnias que compoem o povo mineiro criou um excelente mecanismo de busca de informações para imigrantes e descendentes.


O Arquivo Público Mineiro (APM) possui um riquíssimo conjunto de documentos que possibilita a emissão de certidão probatória de ascendência.

Esse acervo, até então possível de ser consultado apenas pessoalmente, na unidade de atendimento abaixo, ganha caráter universal, via internet, pelo SIA/APM – Sistema Integrado de Acesso – uma base informatizada que reúne documentos históricos pertencentes ao Arquivo Público Mineiro.

A disponibilização desses dados pela internet permite que as pessoas verifiquem sua ascendência, através dos registros digitalizados, sem a necessidade de deslocamento à Instituição.

Além disso, torna o acervo acessível a um maior número de pessoas.


O sistema de busca foi feito de forma que a pessoa possa verificar sua ascendência pela internet, sem precisar sair de casa e, se de fato comprovada, solicitar a emissão da certidão probatória.

No caso certidão, é necessário requerer diretamente ao Arquivo Público Mineiro, para a garantia do teor das informações e de sua legalidade.


Para acessar a documentação sobre imigrantes, visite o Arquivo Público Mineiro ou clique aqui.Valor da Taxa: Gratuito.
Documentos Necessários: Nenhum documento é necessário para a prestação deste serviço.Endereço: Arquivo Público Mineiro - Av. João Pinheiro, 372, Funcionários -Belo Horizonte, MG - CEP: 30130-180 Tel.: 3269-1167.

Imigração em Minas Gerais /Governo


Imigração em MG

Documentos do APM mostram regulamentos e leis sobre a imigração no estado no final do século XIXO Arquivo Público Mineiro conta com um vasto acervo de documentos sobre a imigração em Minas no final do século XIX. Além de regulamentos e leis, estão também disponíveis para consulta um significativo conjunto de registros que testemunham esse episódio da história mineira.

Esses materiais são provenientes da Secretaria de Agricultura e da Secretaria de Governo, órgãos responsáveis pela introdução de imigrantes no final do século XIX em Minas Gerais.Os documentos relatam como era realizado o serviço de imigração de Minas Gerais, a partir de 25 de janeiro de 1888, quando a Presidência da Província expediu o regulamento que tratava desse serviço.

Este era feito pelo governo por meio de agentes nacionais ou estrangeiros, encarregados de tornar conhecidas as vantagens que o imigrante teria ao preferir o Estado: suas riquezas naturais, a amenidade do clima e a índole pacifica de seus habitantes.

Além disso, ao imigrante poderiam ser concedidos outros benefícios, como indenização de passagens, facilidade em adquirir terras e auxílio na introdução de novas culturas.Dentre os registros arquivados pelo APM, destacam-se alguns dos códices que registram a entrada de imigrantes nas hospedarias que o governo do estado mantinha para os acolher quando de sua chegada em Minas - em sua maioria registros da Hospedaria Horta Barbosa em Juiz de Fora. Outros códices se referem à matrícula de imigrantes na Repartição de Terras, na época ligada à Secretaria de Governo.

De acordo esses documentos, a hospedaria de imigrantes de Juiz de Fora, por exemplo, era destinada a receber, dar agasalho e alimentação por até cinco dias àqueles que haviam se transferido para o estado e que, do ponto de desembarque, não haviam sido dirigidos a outras hospedarias. Dentre as várias atribuições dos funcionários da hospedaria, cabia-lhes escriturar e ter em dia o livro de matrícula dos imigrantes que ali chegavam: portugueses, espanhóis e uma grande maioria de italianos.

Estes e outros registros estão disponíveis para consulta no Arquivo Público Mineiro, de segunda a sexta, de 9h às 17h.

Imigração em Minas Gerais




A imigração estrangeira começou a se deslanchar a partir de uma lei do Estado de Minas Gerais de julho de 1892, regulamentada no ano seguinte, que previa uma série de facilidades.

Ao mesmo tempo, em Gênova, Itália, foi criada “Superintendência de Emigração na Europa". No Rio de Janeiro, criou-se a “Agência Fiscal de Immigração".

No período entre os anos 1893 e 1895, o governo mineiro iniciou o processo de imigração com quatro contratos.

Trabalhadores começaram a ser atraídos com propaganda. Jornais italianos, em editais, anunciavam a concorrência de terras na região de Curral de el-Rey.

Em 1896, um panfleto com informações sobre imigração para Minas Gerais foi divulgado em toda Itália.

O primeiro contrato do Governo mineiro foi assinado em 2 de julho de 1892.

Pouco mais de dois anos, um navio com os primeiros 292 imigrantes italianos com destino ao “Arraial do Curral de el Rey" chegou ao porto do Rio de Janeiro.

Destes pioneiros, alguns teriam sido direcionados para a “Fazenda do Barreiro", onde o engenheiro maranhense Aarão Reis organizava o primeiro núcleo agrícola nas redondezas da futura capital. Em 2 de julho de 1893, outro contrato com J. N. de Vicenzi e Filhos trouxera 2.000 imigrantes para o Estado e em 1 de dezembro de 1894 Camilo Cresta era contratado para trazer mais 10.000.

Em 30 de outubro de 1895, ainda outro contrato firmado com Cavenzi e Gallezzi, traria às custas do Estado outros tantos.

Outros contratos de imigração se seguiram, e os imigrantes, antes de chegarem às terras prometidas, eram alojados em por alguns dias nas “hospedarias de immigrantes", “abrigos precários, como o que foi construído pelo engenheiro Francisco Bicalho em Belo Horizonte.

O fim da imigração deixou de existir a partir de 1897, ano da inauguração de Belo Horizonte, quando o governo do estado entra em uma grave crise financeira e elimina o subsídio que oferecia à emigração.

Além disto, em março de 1902, quando a parte mais significativa da corrente emigratória italiana tinha trocado o Brasil pelos Estados Unidos como destino preferencial, um decreto do governo italiano proibiu a emigração estimulada e gratuita para o Brasil, atendendo às já insistentes denúncias de mal tratamento a que eram submetidos muitos imigrantes, especialmente nas fazendas de café em São Paulo.

A presença italiana no interior também foi decisiva em muitas cidades mineiras, tais como Juiz de Fora (1880), Poços de Caldas, São João del Rey, Ubá, Ouro Fino, Monte Sião e muitas outras.

Fontes: JORNAL HOJE EM DIA - FIEMG – ACIBRA –– ENGº TEODORO MAGNI

quinta-feira, 9 de julho de 2009

História da Imigração no Brasil


História da imigração no Brasil



Podemos considerar o início da imigração no
Brasil a data de 1530, pois a partir deste momento os portugueses vieram para o nosso país para dar início ao plantio de cana-de-açúcar.



Porém, a imigração intensificou-se a partir de 1818, com a chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, que vieram para cá durante a regência de D. João VI. Devido ao enorme tamanho do território brasileiro e ao desenvolvimento das plantações de café, a imigração teve uma grande importância para o desenvolvimento do país, no século XIX.



Em busca de oportunidades na terra nova, para cá vieram os suíços, que chegaram em 1819 e se instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque), os eslavos, originários da
Ucrânia e Polônia, habitando o Paraná, os turcos e os árabes, que se concentraram na Amazônia, os italianos de Veneza, Gênova, Calábria, e Lombardia, que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre outros.



O maior número de imigrantes no Brasil são os portugueses, que vieram em grande número desde o período da Independência do Brasil.


Após a abolição da escravatura (1888), o governo brasileiro incentivou a entrada de imigrantes europeus em nosso território. Com a necessidade de mão-de-obra qualificada, para substituir os escravos, milhares de italianos e alemães chegaram para trabalhar nas fazendas de café do interior de São Paulo, nas indústrias e na zona rural do sul do país. No ano de 1908, começou a imigração japonesa com a chegada ao Brasil do navio Kasato Maru, trazendo do Japão 165 famílias de imigrantes japoneses. Estes também buscavam os empregos nas fazendas de café do oeste paulista.



Todos estes povos vieram e se fixaram no território brasileiro com os mais variados ramos de negócio, como por exemplo, o ramo cafeeiro, as atividades artesanais, a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura, etc.



Atualmente, observamos um novo grupo imigrando para o Brasil: os coreanos. Estes não são diferentes dos anteriores, pois da mesma forma, vieram acreditando que poderão encontrar oportunidades aqui que não encontram em seu país de origem. Eles se destacam no comércio vendendo produtos dos mais variados tipos que vai desde alimentos, calçados, vestuário (roupas e acessórios) até artigos eletrônicos.



Embora a imigração tenha seu lado positivo, muitos países, como por exemplo, os
Estados Unidos, procuram dificultá-la e, sempre que possível, até mesmo impedi-la, para, desta forma, tentar evitar um crescimento exagerado e desordenado de sua população. Cada vez mais medidas são adotadas com este propósito e uma delas é a dificuldade para se obter um visto americano no passaporte.


Conclusão: O processo imigratório foi de extrema importância para a formação da cultura brasileira. Esta, foi, ao longo dos anos, incorporando características dos quatro cantos do mundo. Basta pararmos para pensar nas influências trazidas pelos imigrantes, que teremos um leque enorme de resultados: o idioma português, a culinária italiana, as técnicas agrícolas alemãs, as batidas musicais
africanas e muito mais. Graças a todos eles, temos um país de múltiplas cores e sabores. Um povo lindo com uma cultura diversificada e de grande valor histórico.
Você sabia?
- Comemora-se em 25 de junho o Dia do Imigrante.

sábado, 4 de julho de 2009

Italianos no Brasil




Desembarque de um grupo de italianos no porto de Santos em 1875, bem no início dessa corrente migratória para o Brasil. Na foto superior aparece ao centro Nuncio Tironi, ancestral de tradicional família do ABC paulista.

Esse documento foi expedido em 9/12/1887 na província italiana de Veneza (no distrito de Mirano, município de Salzano).
Embora algumas centenas de italianos viessem para o Brasil desde 1870, a imigração italiana começou efetivamente em 1882. De 1882 a 1891, chegaram a Santos 202.503 italianos, além de 25.925 portugueses, 14.954 espanhóis, 6.196 alemães, 4.118 austríacos, 3.315 russos, 1.922 franceses e 4.263 de outras nacionalidades, totalizando 263.196 imigrantes. Em 1897, na capital paulista, a proporção populacional era de dois italianos para cada brasileiro.


Os primeiros imigrantes italianos chegaram ao Brasil no ano de 1875, o governo do Brasil estava estimulando a imigração européia, especialmente depois de 1850, época em que o tráfico de escravos foi abolido no Brasil e os europeus estavam tomando o lugar da mão-de-obra escrava.


Os italianos chegaram de início à região sul, onde estavam instalando colônias de imigrantes. No começo do século XIX, o governo brasileiro criou as primeiras colônias. Estas colônias foram fundadas em áreas rurais como a Serra Gaúcha, Garibaldi e Bento Gonçalves. Estes imigrantes eram, na maioria, da região do Vêneto, norte da Itália.


Depois de cinco anos, face ao grande número de imigrantes, o governo teve de criar uma nova colônia italiana em Caxias do Sul. Nestas regiões os italianos começaram a cultivar a uva e produzir vinhos. Atualmente, estas áreas de colonização italiana produzem os melhores vinhos do Brasil. Também em 1875, foram fundadas as primeiras colônias catarinenses em Criciúma e Urussanga e, em seguida, as primeiras do Estado do Paraná.Mesmo tendo sido a região sul que primeiro recebeu os imigrantes italianos, foi a região sudeste que recebeu o maior número de imigrantes oriundos da Itália. Isto se deve ao processo de expansão das fazendas de café, no Estado de São Paulo.


Depois de 1888, quando a escravidão foi abolida, a imigração italiana se converteu em uma grande fonte de mão-de-obra no Brasil. Os italianos começaram a expandir-se por Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. A maioria absoluta teve como destino inicial o campo e o trabalho agrícola. Muitos imigrantes italianos, após trabalhar anos colhendo café, conseguiram juntar dinheiro suficiente para comprar suas próprias terras e tornaram-se fazendeiros, outros partiram para os grandes centros urbanos (como São Paulo), pois as condições de trabalho no campo eram péssimas.


As contínuas notícias de trabalho semi-escravo e condições indignas nas fazendas de café no Brasil fizeram com que os italianos preferissem destinos como a Argentina e os Estados Unidos. A imigração italiana no Brasil continuou até a década de 20, quando o ditador Bento Mussolini, com seu governo nacionalista, começou a controlar a imigração italiana. Com a Segunda Guerra Mundial, a declaração de guerra do Brasil a Itália e a contínua recuperação da economia italiana, a chegada de italianos ao Brasil entrou em decadência.


Dentre as inúmeras contribuições italianas à cultura brasileira podemos citar novas técnicas agrícolas, o uso do “tchau” (ciao) em todo o Brasil, pratos que foram incorporados (pizzas, spagueti e o hábito de comer panetone no natal), novas palavras (paura, polenta, etc.), o enraizamento do catolicismo, incorporando elementos italianos na religião brasileira, etc.

Imigração Espanhola no Brasil



Foi aberta no Instituto Cervantes a exposição "Memória Gráfica da Emigração Espanhola", na Casa de Espanha. A mostra reúne 98 fotos e sete cartazes da andança espanhola pelo mundo a partir da segunda metade do século 19, quando a emigração espanhola atingiu seu ápice.

Foram aproximadamente 709 mil espanhóis deixaram seu país de origem para aventurar-se em terras estrangeiras entre 1884 e 2001 - segundo os dados da exposição - sendo que os principais destinos foram Argentina, Cuba, México, Venezuela e Brasil.


Para o Brasil, a maioria veio da região da Galícia, favorecidos pela proximidade do idioma galego com o português.

A exposição foi dividida em duas partes: a primeira enfoca as penosas viagens para o exterior, em que se sobressaem as estações de trem e os portos espanhóis, sempre abarrotados.

O cotidiano dos emigrantes em seus novos destinos é o destaque da segunda etapa da exposição. São imagens corriqueiras em diversas cidades do mundo, ambientadas em cafés, teatros e nos locais de trabalho.
A mostra, que já passou por São Paulo, tem entrada gratuita .
Fonte: O GLOBO - RIO SHOW -
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