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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Conheça as cinco melhores cidades de Portugal para morar


Se você quer morar em Portugal e está na dúvida de qual cidade escolher, vamos lhe ajudar a decidir neste artigo.

Portugal é um país encantador e cheio de belezas naturais. O país possui praias, montanhas, serras e cidades com muita qualidade de vida.

Sua população é de apenas 10 milhões de habitantes (aproximadamente) e sua extensão territorial é equivalente ao estado de Santa Catarina no Brasil. As cidades de Portugal são acolhedoras e muito tranquilas para se viver.
As melhores cidades de Portugal para morar
Lisboa



É a capital do país e excelente para quem quer viver em uma metrópole. A cidade portuguesa equilibra o histórico e o moderno e possui grandes shows internacionais, festivais de música (como o Rock in Rio), vida noturna e muitas opções gastronômicas.



Lisboa fica no litoral sul de Portugal e tem temperaturas agradáveis durante quase todo ano. As melhores oportunidades de emprego estão lá.

A capital portuguesa também possui as melhores universidades do país, como a Universidade de Lisboa. A área metropolitana tem cerca de três milhões de pessoas. Veja como é Morar em Lisboa.
Porto

Uma das cidades mais bonitas de Portugal, possui vida noturna agitada e é perfeita para quem gosta de badalação. O Porto é a segunda cidade mais populosa de Portugal, com quase 250 mil habitantes na cidade e dois milhões de habitantes no Distrito do Porto.

Pessoas de todo o mundo escolhem o Porto para morar por sua beleza e pela diversidade de atrações culturais e de lazer. Localizada no noroeste de Portugal, a cidade dos tradicionais vinhos, também oferece ótimas opções de estudo e trabalho.

Veja como é morar no Porto.
Braga



Localizada no norte do país, Braga é ideal para quem quer tranquilidade e qualidade de vida. É uma das cidades de Portugal mais antigas com mais de 2000 anos de história. O município bracarense recebe centenas de estudantes de todo o mundo para a Universidade do Minho.

A instituição recebe alunos do programa Erasmus de muitos países e está preparada para receber estrangeiros. Braga tem cerca de 180 mil habitantes e convive em harmonia com os muitos idosos e aposentados que vivem na região.

Veja como é morar em Braga.
Coimbra

Uma das mais importantes cidades de Portugal, Coimbra é conhecida como uma região universitária. A Universidade de Coimbra tem 725 anos, uma das mais antigas do mundo ainda em funcionamento.

A bela cidade foi sede da romântica história de Inês e D. Pedro I de Portugal e hoje possui 143 mil habitantes. O município tem excelente qualidade de vida e é um dos destinos preferidos dos brasileiros para estudar em Portugal.

Veja como é morar em Coimbra

Se você quer estudar em Coimbra, saiba como conseguir o visto de estudante para Portugal.
Guimarães


Uma das mais históricas cidades de Portugal, Guimarães parece uma cidade de boneca. Com ar de interior, mas cheia de coisas para fazer, a cidade é perfeita para famílias que buscam sossego e muita paz para residir. O município possui 158 mil moradores e é de uma limpeza extrema.

A cidade é sede da Escola de Arquitetura da Universidade do Minho e possui o campus de Azurém, onde estão localizados os cursos tecnológicos e de ciências da Universidade do Minho.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Países de língua portuguesa buscam livre circulação de cidadãos


Países de língua portuguesa buscam livre circulação de cidadãos
A proposta, apresentada por Portugal, foi acolhida por todos os demais integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
Por Estadão Conteúdo



Portugal: ministérios envolvidos trabalharão para concretizar esse objetivo até a próxima cúpula (Jamie McDonald/Getty Images/)

Brasília – Os países de língua portuguesa vão trabalhar para concretizar, num prazo de até dois anos, um acordo que permita a seus cidadãos residirem, trabalharem e terem portabilidade de direitos sociais. Ou seja, será possível a um brasileiro morar e trabalhar em Portugal, por exemplo.

“A ideia é permitir não apenas a estudante, mas a todo cidadão, circular no espaço da comunidade de países de língua portuguesa”, disse nesta terça-feira, 1º de novembro, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa. Ele explicou que será possível residir e trabalhar, mas será necessário discutir situações específicas, e ver a equivalência de títulos acadêmicos e profissionais.

A medida se estende a direitos sociais, como, por exemplo, a previdência. Desta forma, um brasileiro que trabalha em Portugal poderia contar com os anos de trabalho (em qualquer dos países) para a sua aposentadoria global, explicou.

A proposta, apresentada por Portugal, foi acolhida por todos os demais integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na reunião que se encerrou nesta terça no Palácio do Itamaraty. O documento da declaração final do encontro diz que os ministérios envolvidos trabalharão para concretizar esse objetivo até a próxima cúpula, daqui a dois anos, em Cabo Verde.

A CPLP é formada por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

terça-feira, 13 de março de 2012

Desemprego imigrante ronda 20% na Europa. Brasileiros regressam





A crise está a afetar todos, mas mais ainda os imigrantes, alguns sem acesso aos subsídios normais. Brasileiros são os únicos a regressar


A taxa de desemprego entre os imigrantes em Portugal ronda atualmente os 20 por cento, bastante acima dos 14 por cento da população em geral. Esta realidade é comum ao continente e aos Açores, afirma em entrevista ao Açoriano Oriental o presidente da Associação dos Imigrantes nos Açores (AIPA), Paulo Mendes.





Uma situação que se agravou com a crise, uma vez que, além de serem naturalmente os mais vulneráveis aos despedimentos, os imigrantes têm sido particularmente afetados por trabalharem em setores como a construção civil ou a restauração e hotelaria, que têm sido muito afetados pela atual situação económica e que não têm nos próximos tempos perspetivas de voltarem a contratar.





Paulo Mendes alerta, por isso, o poder político para que não ‘deixe cair’ os problemas dos imigrantes da sua agenda, pois este é um grupo que, para além do desemprego, sofre muitas vezes também do problema de, por trabalhar em situações de grande precariedade, não ter sequer a possibilidade de obter os normais apoios sociais como o subsídio de desemprego.





Face a este cenário, há muitos imigrantes que começam a equacionar o regresso, mas com a exceção dos brasileiros - cujo país está atualmente em franco processo de crescimento e muitos estão a querer regressar - no caso das outras duas nacionalidades mais representadas nos Açores, os cabo-verdianos ou os ucranianos, o mesmo já não acontece, porque a situação nos países de origem não é melhor do que em Portugal.





Paulo Mendes alerta para o que diz ser a ‘dupla exclusão’ a que os imigrantes estão sujeitos: “por um lado, o imigrante precisa ter a sua situação laboral regularizada para poder renovar o seu título de residência mas, por outro lado, a precariedade impede-o de ter os apoios normais em situação de desemprego”. Antes da crise, muitos imigrantes que viam a sua situação complicar-se em Portugal procuravam alternativas dentro do espaço comunitário de livre circulação de trabalhadores, o que agora também já não é possível, porque o desemprego elevado entre os imigrantes é neste momento transversal a toda a Europa.





Nos Açores, salienta contudo Paulo Mendes, há fatores que minimizam o “sofrimento invisível” dos imigrantes: a proximidade entre as pessoas, o facto das comunidades imigrantes não terem a dimensão que têm no continente (são 2% da população açoriana e 5% no continente) e a existência de uma rede de apoio de emergência social que tem permitido, até agora, colmatar as situações mais dramáticas. Mas Paulo Mendes alerta: “é importante não haver desinvestimento nas políticas de integração, numa altura em que a imigração começa a deixar de estar na agenda política, havendo a tendência de ser substituída pela emigração”.


fonte : http://www.acorianooriental.pt