segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Imigração no Brasil


IMIGRAÇÃO NO BRASIL 


OS IMIGRANTES

A História da Imigração no Brasil, influência dos imigrantes, imigrantes italianos no Brasil, imigrantes alemães no sul do Brasil, imigração japonesa, espanhola


Imigrantes chegando de trem na Hospedaria dos Imigrantes (São Paulo-SP)


Imigrar, no sentido da palavra propriamente dita, significa entrar em um país que não é o seu de origem para ali viver ou passar um período de sua vida.

Podemos considerar o início da imigração no Brasil o ano de 1530, pois a partir deste momento os portugueses vieram para o nosso país para dar início ao plantio de cana-de-açúcar. Porém, a imigração intensificou-se a partir de 1818, com a chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, que vieram para cá durante a regência de D. João VI. Devido ao enorme tamanho do território brasileiro e ao desenvolvimento das plantações de café, a imigração teve uma grande importância para o desenvolvimento do país, no século XIX.

Em busca de oportunidades na terra nova, para cá vieram os suíços, que chegaram em 1819 e se instalaram no Rio de Janeiro (Nova Friburgo), os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque), os eslavos, originários da Ucrânia e Polônia, habitando o Paraná, os turcos e os árabes, que se concentraram na Amazônia, os italianos de Veneza, Gênova, Calábria, e Lombardia, que em sua maior parte vieram para São Paulo, os japoneses, entre outros. O maior número de imigrantes no Brasil são os portugueses, que vieram em grande número desde o período da Independência do Brasil.

Após a abolição da escravatura (1888), o governo brasileiro incentivou a entrada de imigrantes europeus em nosso território. Com a necessidade de mão-de-obra qualificada, para substituir os escravos, milhares de italianos e alemães chegaram para trabalhar nas fazendas de café do interior de São Paulo, nas indústrias e na zona rural do sul do país.


Todos estes povos vieram e se fixaram no território brasileiro com os mais variados ramos de negócio, como por exemplo, o ramo cafeeiro, as atividades artesanais, a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura, etc.

Imigrantes alemão


Nos dias atuais, observamos um novo grupo imigrando para o Brasil: os coreanos. Estes não são diferentes dos anteriores, pois da mesma forma, vieram acreditando que poderão encontrar oportunidades aqui que não encontram em seu país de origem. Eles se destacam no comércio, vendendo produtos dos mais variados tipos (alimentos, calçados, vestuário, acessórios até artigos eletrônicos).

Embora a imigração tenha seu lado positivo, muitos países, como por exemplo, os Estados Unidos, procuram dificultá-la e, sempre que possível, até mesmo impedi-la, para, desta forma, tentar evitar um crescimento exagerado e desordenado de sua população. Cada vez mais medidas são adotadas com este propósito e uma delas é a dificuldade para se obter um visto americano no passaporte.

Conclusão: O processo imigratório foi de extrema importância para a formação da cultura brasileira. Esta, foi, ao longo dos anos, incorporando características dos quatro cantos do mundo. Basta pararmos para pensar nas influências trazidas pelos imigrantes, que teremos um leque enorme de resultados: o idioma português, a culinária italiana, as técnicas agrícolas alemãs, as batidas musicais africanas e muito mais. Graças a todos eles, temos um país de múltiplas cores e sabores. Um povo lindo com uma cultura diversificada e de grande valor histórico.

Curiosidade: Em 2008, completará 100 anos da imigração japonesa no Brasil.


Novo sistema de governo (inventado) para o Brasil é (Apolítico), ou seja, sem políticos, troque a irresponsabilidade pela responsabilidade, de o seu apoio no site: http://www.sfbbrasil.org

Conheça o Ache Tudo e Região o portal de todos Brasileiros. Coloque este portal em seus favoritos. Cultive o hábito de ler, temos diversidade de informações úteis ao seu dispor. Seja bem vindo, gostamos de suas críticas e sugestões, elas nos ajudam a melhorar a cada ano.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

IMIGRANTES ATUAIS NO BRASIL


IMIGRANTES ATUAIS NO BRASIL


Imigração: cresce número de estrangeiros no Brasil; há menos brasileiros no exterior


Movimentos de imigração para o Brasil se intensificaram em 2012, especialmente de haitianos, bolivianos, espanhóis, franceses e americanos. Segundo dados do Ministério da Justiça, em seis meses, a imigração cresceu 50%, em comparação com o total de entradas verificado no final do ano de 2010. Atualmente, o país conta com 1,5 milhão de imigrantes legalizados.


Entre os fatores para o aumento da presença de estrangeiros no país está a crise internacional que atingiu a zona do euro e levou imigrantes europeus para países da América Latina e Caribe. A conclusão está em um estudo da Organização Internacional de Migrações (OIM).
Haiti


Atingido nos últimos anos por desastres naturais que agravaram problemas já crônicos do país, o Haiti viu milhares de cidadãos deixarem sua terra natal em busca de melhores condições no exterior. Muitos chegaram ao Brasil de maneira ilegal, por meio de coiotes, à procura de oportunidades e postos de trabalho. A chegada, no entanto, também se deu em condições difíceis. Muitos imigrantes acabaram submetidos a trabalho semi-escravo e ainda aguardam regularização de sua situação junto à Polícia Federal. Em janeiro, o secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre, Nilson Mourão, pediu ajuda federal para atender os haitianos refugiados no município de Brasileia.

Os estados do Amazonas e do Acre passarem a receber mais recursos para atender os imigrantes em situação de risco. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) autorizou o aumento no repasse que pode chegar a R$ 200 por pessoa.

Mesmo com o crescimento da demanda, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, afastou a possibilidade de o governo ampliar a quantidade de vistos para imigrantes haitianos. Patriota manteve a meta de 1.200 para todo o ano, afim de evitar, segundo o ministro, a ação do crime organizado.Fonte : EBC




fernandonogueiracosta.wordpress.com







Da BBC Brasil em Londres


Atualizado em 13 de maio, 2013 - 06:56 (Brasília) 09:56 GMT






Indústria têxtil é setor que mais expõe imigrantes a exploração
No dia em que o Brasil comemora 125 anos da abolição da escravatura, especialistas ouvidos pela BBC Brasil afirmam que no cenário atual do combate ao trabalho escravo no país, a situação que desponta como a mais preocupante é a dos estrangeiros que chegam ao Brasil em busca de um eldorado de oportunidades.
A crescente demanda por mão de obra no país, resultante da expansão econômica na última década, tem exposto imigrantes de várias nacionalidades a condições de trabalho análogas às da escravidão - servidão por dívida, jornadas exaustivas, trabalho forçado e condições de trabalho degradantes.


Ele afirma que, desde 2010, quando começaram as operações de combate ao trabalho escravo voltadas exclusivamente para estrangeiros, 128 bolivianos e um peruano foram resgatados no Estado de São Paulo, que concentra o maior contingente de trabalhadores estrangeiros do país.Segundo Renato Bignami, coordenador do programa de Erradicação do Trabalho Escravo da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em São Paulo, o número de estrangeiros resgatados no Estado vem aumentando.



Todos eles foram encontrados em oficinas de costura ilegais, terceirizadas por confecções contratadas por marcas conhecidas, como Zara, Cori, Emme e Luigi Bertolli.

"O número de resgatados está crescendo por causa de dois fatores: por um lado aumentou o interesse dos estrangeiros pelo Brasil, que muitas vezes entram de maneira irregular e se envolvem em condições de trabalho degradantes. Por outro, intensificamos as fiscalizações. Logo, a tendência é encontrarmos cada vez mais estrangeiros de nacionalidades variadas vítimas desse crime", afirma o auditor-fiscal à BBC Brasil.
Haitianos
Ele estima que 300 mil bolivianos, 70 mil paraguaios e 45 mil peruanos estejam vivendo na região metropolitana de São Paulo, a maioria sujeita a condições de trabalho análogas à de escravo.
Além dos 128 bolivianos e um peruano resgatados em São Paulo, cerca de 80 paraguaios foram libertados de duas fazendas no Paraná em duas operações desde outubro do ano passado, segundo informações da ONG Repórter Brasil, que investiga o tema há mais de uma década.



Auditores fiscais em São Paulo investigam primeiro caso de exploração de haitianos em oficinas
Mas os imigrantes sul-americanos não são as únicas vítimas da escravidão contemporânea no Brasil. No mês passado, um chinês foi resgatado de uma pastelaria no Rio de Janeiro. Segundo a polícia, ele sofria agressões físicas e era submetido a condições de trabalho humilhantes.
Em dezembro de 2010, uma operação do Ministério Público do Trabalho libertou quatro chineses que eram explorados em uma madeireira na Zona Franca de Manaus.
Desde a semana passada, a fiscalização do MTE em São Paulo está apurando pela primeira vez denúncias de exploração de haitianos em oficinas de costura.
"Era só uma questão de tempo", diz Bignami. "Esses trabalhadores de países pobres com problemas recentes, como o terremoto no Haiti, acham que o eldorado é no Brasil. Já sabíamos que essa mão de obra estava sendo muito aproveitada pela construção civil, mas para confecção ainda não", afirma o auditor fiscal.
Ponta do iceberg
Na avaliação de Luiz Machado, Coordenador Nacional do Programa de Combate ao Trabalho Forçado e Tráfico de Pessoas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o número de estrangeiros resgatados não ilustra a realidade porque esses trabalhadores têm medo de serem encontrados, o que resulta em poucas denúncias.
"É só a ponta de um iceberg", diz Machado.
Utilizando os bolivianos como exemplo, ele conta que esses trabalhadores são aliciados ainda na Bolívia, atraídos por falsas promessas de emprego. Eles já chegam à cidade de destino, na maioria das vezes São Paulo, endividados com os custos da viagem e "acabam escravizados, com a liberdade cerceada por meio de dívidas e ameaças".



Alojamentos improvisados são instalados no próprio local de trabalho.

Como entram no Brasil ilegalmente, eles têm medo de denunciar a exploração a que são submetidos e enfrentar a deportação, sem saber que a Resolução Normativa número 93 do Conselho Nacional de Imigração prevê a concessão de vistos de permanência para estrangeiros que estejam no país em situação de vulnerabilidade.
"Esse trabalhador não quer ser encontrado", afirma o coordenador da OIT. "A situação no país de origem é tão ruim, que ele aceita a exploração como forma de alimentar o sonho de um dia virar o dono da oficina e ter uma vida melhor".
As inspeções feitas nas oficinas de costura expõem um cenário degradante. Os imigrantes trabalham até 16 horas por dia, de segunda a sábado, amontoados em salas claustrofóbicas. Eles dividem pequenos alojamentos improvisados instalados junto às oficinas, sem condições adequadas de higiene e ganham cerca de R$ 300 por mês, sobre os quais são aplicados descontos ilegais relativos a gastos com alimentação, habitação e também com a viagem feita para o Brasil.
Como as denúncias são raras, Bignami diz que a maior parte das 50 oficinas desmontadas até agora no Estado de São Paulo são fruto do serviço de inteligência da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, que trabalha com base em cruzamento de dados e longas investigações.
Mão de obra informal

O setor da construção civil atrai uma boa parte da mão de obra estrangeira, mas é na indústria do vestuário que os imigrantes estão mais sujeitos à exploração.

Bignami diz que há décadas a indústria têxtil vem substituindo funcionários contratados por mão de obra precária e informal. Para reduzirem seus custos, as confecções contratadas por grandes marcas terceirizam parte de sua produção por meio das oficinas de costura, na maioria das vezes ilegais.

"O fato de (o trabalhador) ser estrangeiro alimenta o sistema, porque se baseia na vulnerabilidade da pessoa, que fica escondida, não reclama", avalia.

Até agora, cinco grandes redes varejistas têxteis foram responsabilizadas diretamente por trabalho em condição análoga à de escravo: Lojas Marisa, Pernambucanas, Gregory, Zara e Gep. No total, foram emitidos cerca de 300 autos de infração que resultaram no pagamento de R$ 6,5 milhões em multas e notificações e mais de R$ 1 milhão em rescisões contratuais e indenizações pagas diretamente aos trabalhadores.

Para aumentar a punição dos empregadores que impõem condições de trabalho subumanas, o Estado de São Paulo aprovou em janeiro a lei nº 14.946/2013, que caça o registro do ICMS das empresas infratoras. A legislação foi sancionada pelo governador Geraldo Alckmin, mas ainda precisa ser regulamentada.

Uma vez resgatados e com indenizações individuais que podem chegar até R$ 30 mil, o imigrante ganha um visto para permanecer no Brasil e a carteira de trabalho, tendo a opção de procurar um trabalho no mercado formal. As autoridades observam, no entanto, que a maioria desses trabalhadores prefere voltar para casa.

"Para os poucos que ficam aqui, procuramos dar apoio, oferecendo aulas de português e cursos profissionalizantes para ajudar na integração", conta Renato Bignami.
CliqueLeia mais: Ex-vítimas de trabalho escravo ganham vida nova em estádio da Copa
Convenção da ONU

Apesar de elogiar as iniciativas do Brasil no combate do trabalho escravo contemporâneo, a ONU vem pedindo ao governo que ratifique a Convenção sobre a Proteção dos Direitos dos Trabalhadores Migrantes e Membros de Sua Família, que prevê mais proteção para trabalhadores estrangeiros.

Segundo a ONG Repórter Brasil, o país é o único membro do Mercosul que não é signatário do acordo, em vigor desde 2003.

Apesar de ter sido o último país das Américas a abolir a escravidão, o Brasil foi um dos primeiros a assumir a existência de trabalho escravo contemporâneo, em 1995. Desde então vem implementando ações para o seu combate, como a criação dos Grupos Especiais de Fiscalização Móvel - GEFM, formados por Auditores Fiscais do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego e Procuradores do Trabalho, que já resgataram mais de 44 mil trabalhadores, a maior parte no meio rural.

Os empregadores flagrados com trabalho escravo atuam principalmente em setores como pecuária, produção agrícola (soja, algodão, cana-de-açúcar) e carvoeiro. No meio urbano, eles são geralmente ligados à construção civil. Os Estados do Norte e Centro-Oeste são campeões no número de flagrantes.

Empresas acusadas de praticar o crime são incluídas na "Lista Suja", um cadastro do governo que tem o objetivo de barrar linhas de crédito e fornecimento de produtos para empregadores infratores.

Um dos principais entraves nos avanços ao combate do trabalho escravo é a demora na aprovação da PEC do Trabalho Escravo, que tramita na Câmara dos Deputados desde 2004. O projeto foi aprovado em segundo turno na casa no ano passado e agora está parado na Comissão de Constituição e Justiça.

O texto prevê a expropriação de propriedades rurais e urbanas onde forem encontradas situação análoga à escravidão. No meio rural, essas propriedades serão destinadas à reforma agrária e, no urbano, a projetos de função social.

Na avaliação do fundador da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto, além da demora na aprovação da PEC, o governo falha em políticas de prevenção e reinserção de trabalhadores resgatados.

"O governo tem de agir de forma mais eficiente nos municípios pobres, aumentando a oferta de empregos e a conscientização de trabalhadores sujeitos à ação dos aliciadores", diz o jornalista.

Ele opina que, no campo da reinserção, mais projetos educacionais devem ser introduzidos com objetivo de qualificar trabalhadores resgatados para evitar índices de reincidência de trabalho escravo, que ficam entre 10% e 15%.

"O trabalhador volta para casa com três meses de seguro-desemprego no bolso, mais verbas rescisórias, mas assim que o dinheiro acaba, ele volta a migrar e acaba escravizado de novo", diz.
Fonte: BBC

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Jornal dos Imigrantes









IMIGRANTES NO BRASIL





O Brasil tem atraído muitos imigrantes ao longo de sua história. Entre os fatores que mais atraem os imigrantes para o Brasil, estão a ótima receptividade à estrangeiros, a natureza pacífica do país, condições para trabalho, beleza do país, condições climáticas, etc. Muitas são as histórias de imigrantes que ajudaram o Brasil com sua mão de obra, sua cultura, bem como na miscigenação do povo brasileiro.



HISTÓRIAS DE VIDA



O Jornal dos Imigrantes procura destacar as inúmeras histórias destes imigrantes que vieram de longe, vencendo os mais diversos desafios de adaptação à uma nova cultura, língua, leis, costumes e tradições. O processo imigratório foi de extrema importância para a formação da cultura brasileira, que foi incorporando pouco a pouco as influências e características do mundo inteiro. Exemplos destas influências são o idioma português, a culinária italiana, as técnicas agrícolas alemãs, as batidas musicais africanas e além de muitas outras. Assim se o Brasil hoje tem cultura diversificada deve em grande parte aos imigrantes.



EDUCAÇÃO E ADAPTAÇÃO



Imigrar em última análise, significa “entrar em um país que não é o seu próprio país de origem para ali viver ou passar um período de sua vida”. Esta mudança, exige uma adaptação. E a primeira das barreiras é a língua.



O ideal é que o imigrante procure o aprendizado da língua, de forma antecipada (antes de sair de seu país de origem), minimizando as dificuldades. Porém nem sempre isto ocorre. Por esta razão, o Jornal dos Imigrantes dá especial destaque às dicas de aprendizado do Portugûes, pois é o primeiro passo para uma boa adaptação. Mas somente dicas não bastam, a participação em cursos de línguas é altamente recomendada, ajudando tanto no aprendizado quanto na sociabilização do indivíduo.



OS IMIGRANTES NA REDE PÚBLICA DE ENSINO



As redes de ensino público tem recebido cada vez mais imigrantes, e tem sido observada a necessidade de uma atenção especial ao imigrante recém chegado.



Para o imigrante mais jovem o aprendizado do Portugûes é mais fácil.



Segundo o Censo Escolar, 10 mil alunos estrangeiros ingressaram na rede pública de ensino, no perído de 2007 e 2009, e com isto foi atingido um total de 38 mil estudantes na Educação Básica da rede pública. Sendo este uma das grandes questões a serem discutidas. O que fazer para ajudar o imigrante nesta difícil adaptação ?



Como um primeiro esforço, em vários países, bem como no Brasil, as escolas incentivam os alunos estrangeiros a falarem sobre seus países de origem, enriquecendo a experiência dos demais alunos, bem como, estimulando o imigrante ao diálogo e demonstrando o interesse dos demais em sua história, o que ajuda na adaptação e demonstra uma excelente receptividade. A valorização à diversidade deve ser portanto o indicativo de uma escola que deseja integrar este aluno imigrante e que realmente se preocupa em relacionar o imigrante ao seu conteúdo curricular e em flexibilizar as diferentes formas de avaliação.



QUAIS SÃO OS IMIGRANTES?



Hoje o Brasil pode dizer que já recebeu imigrantes do mundo todo. Porém como foi que tudo começou?



Muitos consideram o início da imigração no Brasil, no ano de 1530, com a vinda dos portugueses para dar início ao plantio de cana-de-açúcar e foi intensificada a partir de 1818, com a chegada dos primeiros imigrantes não-portugueses, durante a regência (D. João VI).



Em seguida vieram os suíços, em 1819 ( no Rio de Janeiro, Nova Friburgo); os alemães, em 1824 (Rio Grande do Sul – Novo Hamburgo, São Leopoldo, Santa Catarina, Blumenau, Joinville e Brusque); os eslavos, originários da Ucrânia e Polônia (Paraná); turcos e os árabes (na Amazônia); italianos de Veneza, Gênova, Calábria, e Lombardia (maior parte para São Paulo) e os japoneses, entre outros.



Muitos povos procuraram o território brasileiro diante de várias e ciclos econômicos e oportunidades de negócios e trabalho, entre eles, o ramo cafeeiro, as atividades artesanais, a policultura, a atividade madeireira, a produção de borracha, a vinicultura, etc. Estima-se no entanto que o maior número de imigrantes no Brasil ainda são os portugueses, que aumentou muito a partir da Independência do Brasil. Tendo em vista a abolição da escravatura (1888), houve o incentivo à imigração de mão-de-obra qualificada, da europa, com o intuito de substituir os escravos. Nesta ocasião milhares de italianos e alemães chegaram para trabalhar nas fazendas de café do interior de São Paulo, nas indústrias e na zona rural do sul do país.



Atualmente muito se fala de um novo grupo de imigrantes: os coreanos, que em geral buscam o destaque no comércio (alimentos, calçados, vestuário, acessórios até artigos eletrônicos).



Imigração no Brasil, por nacionalidade – quinqüênios 1945-1949 a 1955-1959



Períodos Alemães Espanhóis Italianos Portugueses Japoneses Outros

1945-1949 5188 4092 15312 26268 12 29552

1950-1954 12204 53357 59785 123082 5447 84851

1955-1959 4633 38819 31263 96811 28819 47599

Fonte: Brasil: 500 anos de povoamento. Rio de janeiro : IBGE, 2000. Apêndice: Estatísticas de

500 anos de povoamento. p. 226

sábado, 5 de julho de 2014

Projeto Imigração Alemã
















Bem-vindo ao Projeto Imigração Alemã!

Temos o objetivo de servir de fonte de consulta para qualquer pessoa que esteja buscando informações sobre imigração alemã no Brasil, sobre seus antepassados e genealogia. Queremos não só reunir informações que estão dispersas pela internet em diversas páginas pessoais, mas também pouco a pouco acrescentar informações extras que formem um valioso banco de dados para pesquisadores interessados no assunto.

Se você é um pesquisador iniciante não deixe de consultar a página de dicas de pesquisa genealógica!!!






Veja as últimas Novidades!

(20 Agosto 2007)






Inicialmente patrocinada por Dom Pedro I a colonização do Brasil por alemães tinha o objetivo de povoar regiões desabitadas do Brasil - essencialmente o sul, sujeito a invasões e guerras constantes. Além disso buscava trazer soldados estrangeiros para o exército brasileiro.

Os links abaixo contam com mais detalhes a história da imigração

Cronologia da Imigração por Aristoteles Rodrigues

Imigração Alemã no Rio Grande do Sul

Imigração Alemã em Santa Catarina

Imigração Alemã em São Paulo

Imigração Alemã em Juiz de Fora - Minas Gerais












Os imigrantes quando chegavam normalmente recebiam um lote de terra nas "Colônias" administradas por empresas e pelo governo. As páginas abaixo dedicam-se à história de algumas das colônias mais importantes e sempre que possível buscam relacionar as famílias que ali se estabeleceram.

Colônia São Leopoldo - RS

Colônia São Lourenço - RS

Colônia Santo Ângelo - RS

Colônia de Ijuhy - RS

Colônia de Nova Friburgo - RJ










Os imigrantes alemães se estabeleceram no Brasil criando raízes. Nestes quase 180 anos seus descendentes se espalharam por todo o país. Atualmente existem mais de 250 páginas na internet com a história e genealogia de várias famílias alemãs que se estabeleceram no Brasil.

Se desejar montar uma página genealógica da sua família não deixe de ler estas dicas. Depois nos mande um email para a gente incluir um link para sua página!

Rio Grande do Sul - 118 páginas de famílias de origem alemã no RS.

Santa Catarina - 89 páginas de famílias de origem alemã em SC.

São Paulo - 21 páginas de famílias de origem alemã em SP.

Rio de Janeiro - 19 páginas de famílias de origem alemã no RJ.

Outros Estados - 23 páginas de famílias alemãs em outros estados do Brasil.












As páginas abaixo apresentam informações diversas que servem de auxílio para a pesquisa genealógica.

Listas de Passageiros - 36 listas de passageiros da Alemanha para o Brasil disponíveis e links para outras fontes.

Cemitérios - links para páginas contendo registros de cemitérios de imigrantes alemães

Fontes de Referência - índices de livros de genealogia alemã, links para bibliotecas, arquivos, etc.

Lista dos Emigrantes de Simmern

Outros Links


Brasil

Alemanha



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Informações sobre Cidadania Alemã - Consulado da Alemanha em São Paulo

Informações sobre Cidadania Alemã - Arquivo Público do Estado do Espírito Santo