sábado, 5 de julho de 2014

Projeto Imigração Alemã
















Bem-vindo ao Projeto Imigração Alemã!

Temos o objetivo de servir de fonte de consulta para qualquer pessoa que esteja buscando informações sobre imigração alemã no Brasil, sobre seus antepassados e genealogia. Queremos não só reunir informações que estão dispersas pela internet em diversas páginas pessoais, mas também pouco a pouco acrescentar informações extras que formem um valioso banco de dados para pesquisadores interessados no assunto.

Se você é um pesquisador iniciante não deixe de consultar a página de dicas de pesquisa genealógica!!!






Veja as últimas Novidades!

(20 Agosto 2007)






Inicialmente patrocinada por Dom Pedro I a colonização do Brasil por alemães tinha o objetivo de povoar regiões desabitadas do Brasil - essencialmente o sul, sujeito a invasões e guerras constantes. Além disso buscava trazer soldados estrangeiros para o exército brasileiro.

Os links abaixo contam com mais detalhes a história da imigração

Cronologia da Imigração por Aristoteles Rodrigues

Imigração Alemã no Rio Grande do Sul

Imigração Alemã em Santa Catarina

Imigração Alemã em São Paulo

Imigração Alemã em Juiz de Fora - Minas Gerais












Os imigrantes quando chegavam normalmente recebiam um lote de terra nas "Colônias" administradas por empresas e pelo governo. As páginas abaixo dedicam-se à história de algumas das colônias mais importantes e sempre que possível buscam relacionar as famílias que ali se estabeleceram.

Colônia São Leopoldo - RS

Colônia São Lourenço - RS

Colônia Santo Ângelo - RS

Colônia de Ijuhy - RS

Colônia de Nova Friburgo - RJ










Os imigrantes alemães se estabeleceram no Brasil criando raízes. Nestes quase 180 anos seus descendentes se espalharam por todo o país. Atualmente existem mais de 250 páginas na internet com a história e genealogia de várias famílias alemãs que se estabeleceram no Brasil.

Se desejar montar uma página genealógica da sua família não deixe de ler estas dicas. Depois nos mande um email para a gente incluir um link para sua página!

Rio Grande do Sul - 118 páginas de famílias de origem alemã no RS.

Santa Catarina - 89 páginas de famílias de origem alemã em SC.

São Paulo - 21 páginas de famílias de origem alemã em SP.

Rio de Janeiro - 19 páginas de famílias de origem alemã no RJ.

Outros Estados - 23 páginas de famílias alemãs em outros estados do Brasil.












As páginas abaixo apresentam informações diversas que servem de auxílio para a pesquisa genealógica.

Listas de Passageiros - 36 listas de passageiros da Alemanha para o Brasil disponíveis e links para outras fontes.

Cemitérios - links para páginas contendo registros de cemitérios de imigrantes alemães

Fontes de Referência - índices de livros de genealogia alemã, links para bibliotecas, arquivos, etc.

Lista dos Emigrantes de Simmern

Outros Links


Brasil

Alemanha



NÃO ENCONTROU O QUE PROCURAVA ?

Use o buscador do Projeto Imigração Alemã !!

Search this site or the web powered by FreeFind

Site search Web search


Informações sobre Cidadania Alemã - Consulado da Alemanha em São Paulo

Informações sobre Cidadania Alemã - Arquivo Público do Estado do Espírito Santo

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Novos imigrantes ocupam cidades do interior de São Paulo




Novos imigrantes ocupam cidades do interior de São Paulo


Por Clarice Sá - iG São Paulo | 15/02/2014 09:00
Texto

          
Movimentação reflete inserção de pequenas e médias cidades no mercado internacional. Perfil inclui trabalhadores especializados e intensa mobilidade


Os novos grupos de imigrantes que chegam ao Estado de São Paulo começam a se fixar não só na capital, mas preenchem postos de trabalho em vagas criadas pela internacionalização de pequenas e médias cidades do interior. Além disso, eles tomam antigos postos ocupados pelos migrantes internos provenientes do Nordeste, cada vez mais raros por conta do desenvolvimento da região nos últimos anos.

A distribuição destes grupos no Estado compõe parte do Atlas Temático do Observatório das Migrações em São Paulo, lançado em dezembro pelo Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Unicamp. A análise inclui quem nasceu fora do Brasil e vive em São Paulo, sem contabilizar as novas gerações nascidas no País.

O Atlas aborda uma série de movimentos migratórios nacionais e internacionais, além do fenômeno da emigração, do mapeamento da população indígena e dados de economia, politicas públicas, e população e taxas de crescimento no Estado. Na análise sobre os fluxos internacionais, o estudo se divide em duas linhas, uma é a comparação histórica da distribuição de grupos que chegaram na virada do século 18 para o 19 e outra que mostra a ocupação em 2010 pelos grupos mais recentes, que começaram a chegar em meados do século 20 e ganharam novos contornos nas últimas décadas.

Bolivianos, paraguaios, chineses e coreanos estão entre os grupos mais numerosos do novo perfil de imigrante. Há representantes destas nacionalidades no Estado desde as décadas de 1940 e 1950, mas atualmente possuem um novo perfil. Hoje são trabalhadores especializados que não necessariamente criam raízes no País, optando por seguir o fluxo da demanda de um determinado setor.

Veja também:

Documentário mostra como vive a segunda geração de bolivianos em SP

MP lança cartilha sobre violência doméstica para orientar bolivianas

“Eles estão ora em Americana, ora em São Paulo, ora na Argentina, ora na região metropolitana, ora de novo na Bolívia. Depende de onde o capital internacional está alocando recurso”, conta a coordenadora do estudo, Rosana Baeninger. “Essa mobilidade tem a ver com a dinâmica de nichos econômicos e com o mercado internacional.”

Para além das tradicionais confecções do Brás, podemos encontrar parte dos 22,6 mil imigrantes bolivianos de São Paulo trabalhando no setor têxtil de Americana e no pólo de produção de jeans de Indaiatuba. Os cerca de 4,2 mil paraguaios que vivem no Estado seguem caminho parecido.

Mais:

Onda de imigrantes latinos muda demografia dos EUA

Suíços votam referendo que propõe controle de imigração de europeus

“A rede para a construção do nicho econômico é uma rede de capital internacional. O empresário deixa de usar insumo de Americana, por exemplo, para importar da China. A isso soma-se a mão-de-obra que, para ajudar a a manter a lucratividade, precisa não demandar direitos trabalhistas.” diz Baeninger.

O custo é baixo, mas os empregados são qualificados para as funções no setor em que atuam e com experiência de trabalho. “Eles têm uma rede que vai movimentando também esse grupo, ligado a um nicho econômico. Tudo tem uma lógica com a qual vamos conviver nesses espaços, com uma rotatividades enorme de imigrantes. Alguns ficam, formam família aqui e a rede migratória vai se ampliando.”

O alto custo de vida em São Paulo é um dos fatores que impulsiona a interiorização. “A chegada pode ser na metrópole, mas com as redes que vão se tecendo e as mudanças na economia, eles podem ir pro interior e seguir na mesma atividade.”

Os coreanos, por exemplo, foram atraídos pelo negócio de joias e semijoias e se fixaram principalmente na região de Limeira, pólo de distribuição para a capital. Os chineses, que são cerca de 9,3 mil em todo o Estado, se dedicam ao comércio de baixo custo (como as lojas populares que vendem tudo a R$ 1,99) nas cidades de Campinas, Jundiaí e Ribeirão Preto.

O perfil abrange não só pequenos comerciantes, mas também estrangeiros altamente qualificados, como os executivos de grandes empresas que se concentram em São Paulo, Campinas e São José dos Campos. “O século 21 nos anuncia tanto na metrópole, como no interior, fluxos que mesclam alta e baixa qualificação e que não necessariamente ficam por aqui”, detalha Baeninger. Divulgação
Festa no bairro italiano do Bixiga, centro de SP

Antigos imigrantes

O movimento dos novos grupos de imigrantes é contrário ao das levas de estrangeiros que chegaram a São Paulo no início do século, incentivadas por meio de acordos entre governos a ocupar o território do Estado e substituir a mão-de-obra escrava durante a expansão cafeeira. Entre as levas mais numerosas, estavam as de italianos, portugueses, japoneses e espanhóis. O Atlas compara a distribuição geográfica destes grupos no final do primeiro período migratório, em 1920, com os dados do Censo de 2010. Os italianos formaram o grupo mais expressivo, com 398.797 imigrantes. Hoje são 15.388.

Ao contrário dos grupos de latinos, que a partir da capital, seguiram para o interior, a imigração mais antiga, que ocupava todo o interior, passou a se concentrar nas proximidades da região metropolitana e próximos às plantas de empresas internacionais das regiões de Piracicaba ou Sorocaba, por exemplo.

Os grupos de novos imigrantes também receberam incentivos, mas já em meados do século 20. Grupos de chineses chegaram ao país nos anos 1940, para trabalhar em colônias agrícolas do oeste do Estado. A empreitada não deu certo e os imigrantes passaram a investir nas hoje tradicionais pastelarias. Nos anos 1950, um acordo entre Brasil e Bolívia favoreceu a vinda de estudantes de medicina. A partir destas primeiras movimentações, formou-se a rede migratória que favorece a mobilidade dos grupos atuais.

Como é baseado nos dados do Censo de 2010, o mapa não registra, por exemplo, a recente movimentação de haitianos a partir de 2012. Com o desenvolvimento do Nordeste e a redução do fluxo migratório da região em direção a São Paulo, a alternativa das grandes empreitaras foi buscar os haitianos no Acre para trabalhar na construção civil de Campinas, Jundiaí e Limeira. Eles também são encontrados na indústria de calçados de Franca. A estimativa é que cerca de cem imigrantes do Haiti tenham se deslocado para cada uma destas cidades.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Para IBGE, crise internacional atraiu mais imigrantes ao Brasil

 


Para IBGE, crise internacional atraiu mais imigrantes ao Brasil
Comentários 2


Da Agência Brasil, no Rio
27/04/201216h01
Compartilhe2927
Imprimir Comunicar erro


O desempenho da economia do Brasil diante da crise financeira que teve início em 2008 atraiu estrangeiros ao país e também influenciou a volta para casa de brasileiros que moravam fora. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (27) os dados consolidados do Censo 2010.

Leia mais
Número de imigrantes no Brasil quase dobra na década; SP e PR são os principais destinos
Leia mais sobre a crise econômica

A pesquisa do IBGE mostra que, em 2010, 286,5 mil “imigrantes internacionais” (nomenclatura do instituto para a população que chega ao Brasil, independentemente de serem nacionais ou estrangeiros) que tinham passado os últimos cinco anos fora do país estavam de volta. Houve crescimento de 86,7% em relação aos mesmos dados de 2000, quando o total desses imigrantes foi de 143,6 mil.

Da população que chegou no país em 2010, os brasileiros representaram mais da metade (65%), o que corresponde a 174,6 mil pessoas – o dobro do retorno identificado na pesquisa anterior (87,9 mil).

O coordenador do levantamento, Luiz Antônio Oliveira, explica que a situação econômica do Brasil e as dificuldades financeiras de outros países impulsionaram a volta de brasileiros e a formação de "correntes novas de migração".

"Há uma situação difícil no Japão e sobretudo na Europa, mas por outro lado oportunidades mais claras no Brasil", disse Oliveira.

De acordo com o levantamento do instituto, os principais destinos dos imigrantes no Brasil em 2010 foram São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Já a origem de quem veio ao país, as principais foram os Estados Unidos (51,9 mil imigrantes), o Japão (41,4 mil), o Paraguai (24,7 mil) e Portugal (21,4 mil). Na década anterior, o Paraguai e o Japão apareciam antes dos norte-americanos, seguidos pela Argentina e pela Bolívia.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Exclusivo : Os números exatos e atualizados de estrangeiros no Brasil.



Inícioanálises › EXCLUSIVO: OS NÚMEROS EXATOS E ATUALIZADOS DE ESTRANGEIROS NO BRASIL.
EXCLUSIVO: OS NÚMEROS EXATOS E ATUALIZADOS DE ESTRANGEIROS NO BRASIL.

Por oestrangeiro.org on 22/05/2013

O número de imigrantes no mundo frisa os 250 milhões de imigrantes. Dos quais, menos de 01 milhão se encontram no Brasil.

Segundo os dados mais recentes fornecidos pela Polícia Federal (PF) ao oestrangeiro.org, o Brasil abriga atualmente cerca de 940 mil imigrantes permanentes. Menos de 0,4% da população migrante do planeta.

Os dados, aqui apresentados em primeira mão, são mais atuais e exatos que os divulgados pela grande mídia e pelo Ministério do Trabalho (MTE).

De um lado, porque, dizem respeito apenas ao número de vistos permanentes, ou seja, traduzem o verdadeiro estado de imigração. E, por outro lado, abrangem todas as categorias de Visto Permanente e motivos para a sua outorga, tais como casamento com conjugue brasileiro(a), paternidade, etc..

Os principais países de origem da população imigrante no Brasil são:

Portugal, com 277.727.

Japão, com 91.042.

Itália, com 73.126.

Espanha, com 59.985.

Os países do Mercosul Ampliado, beneficiados pelo Acordo de Residência e Livre Trânsito, por sua parte, constituem mais de um quinto da soma dos imigrantes estabelecidos no Brasil. Um total de 237.318.

Os principais representantes são:

Bolívia, com 50.240.

Argentina, com 42.202.

O número de 940 mil pode impressionar, no entanto, se considerarmos que o Brasil é o quinto pais mais populoso do mundo, com 200 milhões de habitantes, percebemos que não somos tão atrativos como acostumamos repetir complacentemente a nós mesmos.

Assim, as declarações da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), que ambiciona atrair 06 milhões de imigrantes nos próximos anos, parece, no mínimo, irreais.

Tímido avanço em 2012

Há de reconhecer, todavia, que um tímido progresso está ocorrendo. Segundo os números também comunicados em primeira mão pelo Itamaraty (MRE) ao oestrangeiro.org , o número de vistos permanentes emitidos em 2012 chega a 9.359.

Surpreendentemente, a distribuição por país de origem dos imigrantes se apresenta do modo seguinte:

Haiti chega em 1°. lugar com 1.405 pessoas. Superando até mesmo o país com maior presença no Brasil – Portugal que recebeu exatos 1.404 vistos permanentes no mesmo período.

Porém, há de ponderar o número significativo da imigração haitiana pra Brasil, lembrando que ela não passa de 6.000 pessoas. Cerca de 0,6% do total de 940.000 estrangeiros beneficiados pelo Visto Permanente.

Outro número inesperado é o dos vistos permanentes obtidos por cidadãos estadunidenses em 2012, que chega a 707.

Menos surpreendente é o número de chineses que obtiveram o visto permanente também em 2012: 893. Número insignificante e considerarmos o vigor excepcional da emigração chinesa pelo mundo.

Mas, ainda assim, é interessante observar que Estados-Unidos e China superaram, em representação, países com tradição migratória mais forte rumo ao Brasil, tais como Itália, com 32 e Japão com 609 no mesmo ano.

Refugiados

A baixa participação do país no panorama migratório mundial também se confere com os refugiados. O Brasil, segunda as agências da ONU, abriga atualmente 4.690 refugiados de um total mundial de 15 milhões. Ou seja, uma proporção de 0,03% da população refugiada no mundo.

Além disso, conforme analisamos num artigo anterior, o número de refugiados em 2012 caiu de 31% com relação a 2010. Passando de 4.300 a menos de 3.000.



Rodrigo Lima

TABELAS DETALHADAS

Número de imigrantes no Brasil até 2012 – por país

Número de vistos permanente emitidos em 2012 – por país

————–

Os dados apresentados na matéria foram obtidos através de requerimentos feitos pelo e-Sic (sistema de informação ao cidadão), tendo os números de 2012 sidos requeridos ao Itamaraty e os números totais requeridos à Polícia Federal.